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Nem louco, nem sozinho

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«Se você já sentiu o prazer invadi-lo ao ingerir uma rosquinha, um pãozinho ou um croissant, não está louco nem sozinho. Desde o final da década de 1970 é sabido que o glúten é decomposto no estômago e torna-se uma mistura de polipeptídios que podem atravessar a barreira hematoencefálica. Uma vez lá dentro, podem aderir ao receptor de morfina do cérebro, produzindo bem-estar. Esse é o mesmo receptor ao qual aderem as drogas opiáceas, gerando seu efeito prazeroso e viciante. A primeira cientista a descobrir essa atividade, a dra. Christine Zioudrou (e seus colegas do National Institutes of Health), batizou esses polipeptídios invasores do cérebro como “exorfinas”, abreviatura para compostos exógenos similares à morfina, para distingui-los dos analgésicos naturalmente produzidos pelo corpo, as endorfinas.19 O que é mais interessante a respeito dessas exorfinas, e que reforça o fato de terem impacto no cérebro, é que sabemos que elas podem ser barradas por drogas bloqueadoras de opiáceos, como a naloxona e a naltrexona — as mesmas usadas para reverter a ação de drogas opiáceas como a heroína, a morfina e a oxicodona.» (A dieta da mente, Perlmutter Dr. David, Fontenelle André).

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